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CNA vai promover Dia do Agro na COP28

CNA vai promover Dia do Agro na COP28Baixa emissão de carbono é um dos temas que será discutido. Foto: CNA

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirmou que defenderá na COP28 a proposta de que o agro seja reconhecido como peça-chave nas soluções para garantir segurança alimentar e energética no mundo, por meio de ações e tecnologias que contribuam para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), além de promover a mitigação e a adaptação ao aumento da temperatura global.

A 28ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas acontece  de 30 de novembro a 12 de dezembro, em Dubai (Emirados Árabes Unidos).

“Há muito tempo, os produtores rurais brasileiros estão comprometidos com ações para contribuir com a segurança alimentar e energética e a conservação da biodiversidade e das florestas com uma agropecuária de baixa emissão de carbono. Nossa experiência mostra que somos exemplo para o mundo e levaremos nosso case de sucesso para a COP”, destaca o presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, Muni Lourenço.

Dia do Agro

No dia 10 de dezembro, a CNA realizará o Dia do Agro, no pavilhão do setor produtivo brasileiro na COP, onde especialistas brasileiros e estrangeiros, além de representantes do governo, embaixadas, organismos internacionais, empresas, entidades do setor produtivo e produtores rurais discutirão temas voltados para a produção sustentável no Brasil e no mundo.

Geopolítica da segurança alimentar,  o desafio de conciliar segurança alimentar e energética, o mercado de carbono e perspectivas para o agro, a transição energética e as potencialidades do agro brasileiro e a transparência do agro são temas que será debatidos ao longo do dia.

“O Brasil tem experiência no desenvolvimento e na difusão de tecnologias de baixa emissão de gases de efeito estufa. O produtor rural brasileiro presta relevantes serviços ambientais para o Brasil e para o mundo. E a produção de alimentos no país tem cada vez mais relevância no contexto da segurança alimentar mundial”, ressalta Muni Lourenço.