HomeEcologiaAgricultura

Empaer orienta aldeia indígena sobre plantio de banana da terra

Empaer orienta aldeia indígena sobre plantio de banana da terra

Biodigestor indiano é opção de renda sustentável para produtor da agricultura familiar
Empaer desenvolve variedade de banana voltada à agricultura familiar
Produtor de leite aproveita período de chuva para plantio do capiaçu

A preparação de mudas de banana da terra farta velhaco é mais uma atividade do projeto Aldeia Sustentável Pakuera, desenvolvida pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), na cidade de Paranatinga (a 373 km de Cuiabá). A iniciativa visa fomentar a autonomia alimentar e gerar renda aos indígenas da etnia Bakairi, da aldeia Pakuera.

Doadas pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), as 1.500 mudas foram montadas na semana passada individualmente com adubo e irá aguardar 30 dias para criar resistência e iniciar o plantio em uma área de dois hectares. A previsão de colheita é de um ano e seis meses e irá beneficiar 10 aldeias.

O técnico da Empaer José Carlos Pinheiro da Silva destaca que o projeto desenvolvido pela Empaer é através da Cooperativa Agropecuária Indígena Pakuera (Cooperpark) auxiliando na logística dos trabalhos desde o manejo do solo, preparação das mudas, plantio e colheita.

Segundo José Carlos, o objetivo é fortalecer a agricultura indígena para ampliar a oferta de alimentos, garantir segurança alimentar e possibilitar novas opções de geração de renda nas aldeias, por meio de alternativas que associem produção e conservação ambiental.

Além disso, buscamos contribuir com o fortalecimento da cultura dos Bakairi atualmente em processo de retomada de antigas tradições. Todas as atividades são planejadas em conjunto com a Cooperpark”.

O cacique Genivaldo Gerônimo Poiure, ressalta que as ações em andamento buscam aumentar a produtividade da cultura e expandir a área plantada a médio prazo.

Precisamos encontrar meios de subsistência, associar mais uma cultura para agregar na alimentação e que também possa gerar renda”.

Fonte: Governo de Mato Grosso