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Campanha de vacinação contra aftosa começa no dia 1º de novembro

Campanha de vacinação contra aftosa começa no dia 1º de novembro

Segunda etapa da vacinação contra febre aftosa começa em novembro
MT já cumpriu 76% das metas para se tornar área livre de aftosa, sem vacinação
Fim da vacina contra aftosa pode ser adiado

A segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021 terá início na próxima segunda-feira, 1º/11. Nesta etapa, deverão ser vacinados cerca de 78 milhões de bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade. A vacinação ocorrerá na maioria dos Estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação, informa o Ministério da Agricultura, em comunicado.

Das 19 unidades da Federação que fazem a vacinação neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não têm reconhecimento de áreas livres de febre aftosa sem vacinação. O último foco de aftosa em Mato Grosso ocorreu em 1996. Desde então, 25 anos atrás, não há nenhum registro da doença no Estado.

O Brasil é reconhecido como país livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Rondônia, Acre, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul já receberam o status de livre de febre aftosa sem vacinação.

Em nosso Mato Grosso, o município de Rondolândia e algumas propriedades dos municípios de Colniza, Aripuanã, Juína e Comodoro também já suspenderam a vacinação e obtiveram esse reconhecimento da OIE.

O ministério destaca que as vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2ºC e 8ºC, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu Estado. A declaração de vacinação deve ser feita de forma on line ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.

Em caso de dúvidas, a orientação é para que criador procure o órgão de defesa sanitária animal de seu Estado.

Fonte: Estadão Conteúdo